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daniel

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Você sabia que o tipo de grão de café interfere diretamente em todos os aspectos dessa bebida amada pelos brasileiros? Os grãos fazem uma grande diferença em toda a experiência. Desde o sabor até o aroma. 

Você provavelmente já se perguntou o porque do escrito arábico nas embalagens comuns de cafés, e o que o país tem a ver com o seu café coado do dia-a-dia e como ele influencia diretamente na sua qualidade. Para saber mais sobre cada tipo de grão de café continue lendo esse post até o final! 

Existem diversos tipos de grãos de café, embora seja mais comum encontrarmos o grão arábico no mercado. Veja as principais diferenças a seguir de cada grão e sua origem.

 

Arábica

 

Esse é um tipo de grão de alta qualidade. Isso porque ele é proveniente das montanhas da Etiópia. Muita gente não sabe, mas quanto maior a altitude onde essa planta for cultivada, maior será a qualidade. 

Um dos grandes diferenciais dessa variedade é o teor de cafeína que é 50% menor. Além disso, a taxa de açucares é bem maior. 

Dentro desse tipo de grão de café, existem algumas outras variedades, são elas: 

Bourbon

É uma das variedades mais conhecidas no Exterior. Seu aroma bem forte e marcante. Já a sua acidez é moderada e o sabor possui notas achocolatadas que o tornam agradável ao paladar. 

É uma boa alternativa para quem não gosta de um café muito amargo. 

Kona

Essa é uma variação bem exótica do grão de café do tipo arábica. Isso porque, ele é cultivado na de Kona, Havaí. Como o local possui solo vulcânico e um clima super tropical, suas características são bem exóticas. 

Inclusive, justamente por causa disse esse é um dos cafés mais caros do mundo. Ele possui um sabor complexo e encorpado, pois, juntamente com as plantas de café nascem algumas flores brancas típicas da região, que acabam dando esse gosto diferenciado. 

Catuaí

Esse é um tipo de grão de café amplamente cultivado dentro do Brasil. Contudo, para alcançar todo o potencial dessa variação ela precisa ser cultivada em atitudes acima de 900 m. Veja esse nosso artigo da RCO agropecuária para mais informações.

Essa também é uma opção para quem não gosta de café muito amargo. Ele tem uma doçura natural por conta da quantidade de açúcares, e a acidez é moderada.

Acaiá

Acaiá é mais uma variação amplamente cultivada dentro do Brasil. Esse nome deriva do tupi-guarani e significa “frutos com sementes grandes”.

Assim como outras variações, esse grão possui notas mais frutadas e doces. Além disso, também tem um leve sabor achocolatado, o que pode ser uma boa alternativa para quem gosta de suavidade. 

 

Robusta

 

O segundo principal tipo de grão de café produzido no mundo é o Robusta, que também é chamado de Conilon.  Esse é um tipo amplamente cultivado em várias partes do mundo e muito buscado por quem gosta de um sabor mais amargo. 

Isso porque, sua taxa de cafeína é bem superior. Ele também é popular pela facilidade de cultivo. Ele consegue ser cultivado em altitudes mais baixas, e suporta muito bem o clima mais quente e úmido, tipicamente brasileiro. 

Esse grão é amplamente usado na produção dos cafés instantâneos.  Ele consegue garantir que a bebida mais encorpada, mesmo não sendo passada. 

Agora que você sabe que o grão de café interfere totalmente na qualidade da bebida, não deixe de conferir o serviço de assinatura da Noete.

Você já ouviu falar de café orgânico? Esse alimento tem se popularizado entre as pessoas que prezam por uma alimentação mais natural.

Nos últimos tempos, o rótulo “produto orgânico” se tornou muito buscado. Acontece que são poucas as pessoas que realmente sabem o que ele significa e os seus verdadeiros benefícios. 

E nesse artigo, você vai saber mais sobre o café orgânico, suas diferenças e benefícios a saúde. É muito importante que todo  grão de café utilizado para produção de cafés especiais seja orgânico. Confira mais neste artigo!

Mas afinal de contas o que é café orgânico e quais as diferenças dele?

Segundo a Federação Internacional de Movimentos Agrícolas Orgânicos (IFOAM) a agricultura orgânica é aquela que promove um sistema de produção que seja seguro ambientalmente, socialmente e economicamente. Logo, o café orgânico é cultivado por meio de uma cadeia de produção onde não são usados fertilizantes sintéticos, pesticidas e em uma terra que passou por um processo de desintoxicação.

Além disso, ele também é produzido sem o auxílio de nenhum tipo de organismo geneticamente modificado e ele é totalmente processado e embalado sem o uso de nenhum tipo de componente químico. 

Dessa forma, o café orgânico não é alterado de nenhuma forma por componentes sintéticos e procedimentos químicos. Entre as principais diferenças dessa alternativa estão:

  • Não contém toxinas tipicamente encontradas em fertilizantes usados na produção do café tradicional;
  • Maior taxa de nutrientes como o zinco;
  • Ajuda na preservação do meio ambiente, já que nenhum produto ou processo químico é utilizado;
  • Redução de utilização de recursos naturais no processamento. 

Benefícios do café orgânico

O café orgânico tem se tornado cada vez mais popular entre os apreciadores da bebida, e os adeptos a uma alimentação natural, por conta de seus benefícios. Entre eles estão: 

Alto volume de antioxidantes 

Um dos diferenciais desse alimento é seu alto volume de antioxidantes. Esses componentes agem diretamente nos radicais livres, que em excesso podem gerar uma série de problemas no corpo.

Desde o envelhecimento precoce, até aumento de chances de desenvolvimento de várias doenças. 

Melhora as funções neurológicas 

Por ser produzido de forma totalmente orgânica, esse tipo de café também ajuda a melhorar as funções neurológicas. Isso porque, vários nutrientes presentes nesse alimento estimulam o crescimento de neurônios.

Além disso, seu nível elevado de cafeína ajuda a melhorar a atenção e o foco. 

Sem riscos de intoxicação por fertilizantes e pesticidas 

Apesar de boa parte dos fertilizantes e pesticidas usados ser considerado “totalmente seguro”, as taxas intoxicações por conta de componentes que acabam sendo absorvidos pelas plantas são altas. 

O café orgânico dispensa totalmente o uso desse tipo de produto. Tanto para o cultivo dos grãos, como para a preparação do solo. Além disso, todo o processamento e embalagem do produto é feito sem o uso de produtos químicos. 

Dessa forma, o consumidor final não corre o risco de ter algum tipo de intoxicação (inclusive a médio e longo prazo), por conta de componentes químicos maléficos. 

Gostou de saber mais sobre o café orgânico? Então não deixe de acompanhar a Noete nas redes sociais e fique por dentro.

Os cafés especiais têm ganhado cada vez mais popularidade no Brasil. Diferenciados, eles são amplamente consumidos por apreciadores da bebida que desejam uma experiência sensorial única. 

E nesse post vamos explicar melhor o que eles são, suas diferenças dos demais cafés, e onde encontrar. Confira!

O que são cafés especiais?

Os cafés especiais são diferentes pois possuem características únicas e marcantes. Elas são avaliadas conforme a Metodologia de Avaliação Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association)

Nesse método, os seguintes quesitos são avaliados: Fragrância/Aroma; Uniformidade; Doçura; Sabor; Acidez, Corpo, Finalização, Harmonia e Conceito Final. 

Todos os quesitos são avaliados e pontuados. O Ranking SCA pode ir até 100, e só são considerados cafés especiais aqueles que atingem a pontuação mínima de 80. 

A grande diferença dessas bebidas para aquele cafezinho comum que encontramos nos supermercados é que elas trazem experiências sensórias exclusivas. E não apenas a cafeína.

Desde o cheiro que elas emanam ao serem preparadas, até a cor que atingem, tudo isso soma-se, criando um momento único de apreciação. Por isso que elas vêm ganhando cada vez mais espaço entre os apreciadores, assim como as cervejas especiais entre os cervejeiros. 

Os cafés especiais custam muito caro? 

Essa é uma pergunta frequente em relação aos cafés especiais, e a resposta é que essas bebidas, nos lugares certos, possuem um bom custo-benefício. Isso porque, como dito acima, você não está pagando apenas pela cafeína, mas pela experiência!

E isso envolve um processo de produção trabalhoso e sofisticado. Desde a escolha dos grãos, até a torra, tudo é feito de forma minuciosa, para que no final o consumidor tenha o seu momento sensorial exclusivo ao tomar uma xícara de café especial. 

Mas, é possível encontrar serviços que oferecem essas bebidas com um preço acessível, e com uma boa curadoria. E vamos falar dele a seguir. 

Onde encontrar cafés especiais?

Mas afinal, onde encontrar cafés especiais? Eles são vendidos em qualquer lugar? A resposta é não!

Essas bebidas são comercializadas em locais específicos. Em Belo Horizonte, por exemplo, você pode encontra-las na Noete. O espaço é especializado no assunto, tanto que ganhou o prêmio de Melhor Cafeteria de BH em 2018.

No local é possível conhecer uma grande variedade de cafés especiais e ainda curtir um ambiente agradável e descolado.

Já para quem deseja apreciar esse tipo de bebida em casa, existem também os Clubes de Assinatura de café. Neles, você assina um plano mensal, e recebe uma seleção de cafés especiais no conforto do seu lar. 

A Noete, inclusive, oferece esse tipo de serviço para Belo Horizonte e Região Metropolitana. Todos os cafés são selecionados por especialistas, e você consegue ter uma seleção exclusiva.

E o melhor de tudo é que a própria empresa faz a torra dos grãos, então você recebe tudo sempre fresquinho. Além disso, são vários planos para que você possa escolher aquele que se encaixa melhor no seu bolso. 

Ficou interessando e quer provar alguns dos melhores cafés especiais? Então aproveite para conferir o site da Noete e saiba mais sobre o clube de assinatura.

Fazer um bom café coado pode ser um desafio para muita gente. Ao contrário do que muitos pensam, não é simplesmente colocar água no filtro e pronto. 

Para realmente ter uma bebida de qualidade, é preciso técnica. E mais do que isso, de grãos moídos especiais. 

E nesse artigo vamos te ensinar uma das maneiras de como fazer um bom café coado

Passo a passo para fazer um café coado de qualidade! 

Não existe mágica para fazer um bom café coado, mas, técnica e bons insumos. Se você optar por um café, desses comuns encontrados em qualquer supermercado, só terá cafeína como diferencial. 

Agora, escolhendo um café especial, especialmente selecionado e torrado, você terá uma experiência sensorial totalmente única. Por isso, não deixe de garantir que o principal ingrediente seja de qualidade. 

Para fazer um bom café coado, recomendamos usar cerca de 80 gramas de pó de café especial (o que equivale a 10 colheres de sopa) e um litro de água, preferencialmente filtrada. Você também precisará de um filtro, que pode ser de pano ou papel, o que você preferir. 

Depois é só seguir o passo a passo abaixo. 

  1. Primeiramente, coloque o seu filtro em um funil especial para passar café, ou diretamente na jarra, caso seja de pano;
  2. Agora, coloque a água para esquentar. É aqui que a técnica começa, a maioria das pessoas deixa a água ferver, o que é um erro, pois, você acaba queimando o café e deixando ele demasiadamente amargo. O ideal é aquecê-la até que bolinhas comecem subir; 
  3. Em seguida, coloque um pouco de água no filtro, mas bem pouco mesmo. Aqui a ideia é apenas aquecer o filtro/coador para auxiliar no preparo da bebida e eliminar aromas indesejados; 
  4. O próximo passo é colocar as dez colheres de pó no filtro/coador já umedecido;
  5. Coloque um pouco de água no pó, mas apenas para umedecê-lo. Deixe assim por alguns segundo para que o pó se hidrate;
  6. Em seguida, coloque o restante da água, sempre em movimentos circulares. Não é necessário mexer o pó. 

Pronto, assim que a água terminar de passar pelo filtro/coador, o seu café coado já estará pronto. 

Além dos passos acima, é importante que você coloque algumas dicas em prática para garantir a qualidade da sua bebida: 

  • Para ter uma experiência ainda melhor, prefira moer os grãos de café na hora; 
  • O ideal é beber o café logo em seguida, mas, caso você queira guardar em uma garrafa térmica, não esqueça de aquecê-la antes colocando um pouco de água quente dentro dela; 
  • O ideal é colocar as águas aos poucos, e de forma contínua. Evite fazer isso em etapas;
  • Um bom café coado deve ser servido logo após o preparo. Requentar a bebida irá prejudicar diretamente seu sabor.

Com essas dicas simples, seu café coado ficará ainda melhor! 

Quer saber mais sobre como fazer café coado perfeito? Então aproveite para conferir o post especial “Os Novos Métodos de Cafés Coados”.

O Aeropress é um método de fazer café que ganhou muita popularidade. O equipamento foi criado pelo Engenheiro Alan Adler, em 2005, que era inventor de brinquedos.

O aparelho funciona de maneira simples. Ao invés de ter um pistão para fazer pressão no cilindro ele utiliza ar.

Como usar o Aeropress?

Existem várias formas de usar a Aeropress. Mas a mais popular, que inclusive é usada pela grande maioria dos baristas, é a invertida.

O aparelho é posicionado de cabeça para baixo, e ao final ele é colocado na posição correta para ter a pressão necessária.

O filtro de papel é posicionado em uma tampa, e o pó de café bem no topo do cilindro. Depois do tempo de extração, coloca-se o filtro e vira-se o Aeropress em uma xícara e assim aproveitar uma das bebidas mais apreciadas em todo o mundo.

O tempo médio de preparo é de um minuto e 50 segundos, o que é super rápido pelo resultado encorpado e complexo.

Uma dica importante ao usar esse método é ter uma balança de precisão e um copo medidor. Isso porque, é essencial pesar a quantidade exata de café e água para obter uma xícara perfeita, com toda a complexidade de sabores e encorpada.

Quais as vantagens de usar o Aeropress?

O Aeropress se popularizou pelo mundo não foi à toa. Ele traz uma série de vantagens para os amantes de bebida que o tornam um dos melhores métodos.

Rapidez

Ao usar a máquina Aeropress, você consegue ter uma xícara de café de qualidade em menos de dois minutos, o que é ideal para quem tem uma rotina corrida mas que deseja aproveitar uma bebida bem encorpada e saborosa.

Pode ser levado para qualquer lugar

Uma das maiores dificuldades de um amante do café é encontrar um lugar que sirva uma boa xícara da bebida. E uma das vantagens de usar Aeropress é que ele pode ser facilmente transportado para qualquer lugar.

Trabalho, faculdade, casa na praia, viagens, ele é compacto e leve. Além disso, você também pode levar sempre consigo o seu café especial favorito.

Fácil higienização

O Aeropress é um aparelho super fácil de limpar e que não gera bagunça durante o preparo. Você pode usar filtros de papel descartáveis, o que garante ainda mais praticidade durante a limpeza.

E para quem deseja uma opção mais sustentável, também é possível encontrar filtros de metal. Contudo, eles acabam mudando o perfil sensorial da bebida.

Conclusão

O Aeropress é uma excelente alternativa para qualquer amante de café que deseja ter uma xícara complexa e encorpada da sua bebida favorita. Com o aparelho, é possível obter uma bebida com um teor menor de acidez, mas, com uma alta complexidade de sabores.

Além do Aeropress, é importante que você conte com cafés de alta qualidade para garantir uma experiência sensorial perfeita. Aproveite para conferir o serviço da assinatura da Noete Café Clube e veja como receber cafés especiais no conforto da sua casa.

O lugar ideal para fãs de cafés, queijos e charcutaria!

Não tem jeito, café e queijo são itens que representam muito o nosso estado. E o bom é que ultimamente esses produtos estão muito valorizados no mercado e os pequenos produtores estão tendo oportunidade de aparecer e de mostrar mais o trabalho incrível que realizam.

Como fã incondicional dessa combinação, adorei conhecer a Noete Café Clube, uma cafeteria muito charmosa que fica no Santo Antônio e que esse ano venceu o prêmio da Revista Encontro na categoria de melhor cafeteria da cidade.

No dia que visitei participei de uma noite especial com harmonização de cafés, queijos e charcutaria.Por lá, produtos de várias regiões do estado e uma combinação incrível de aromas e sabores.

Durante a noite os responsáveis pela casa e pela seleção dos itens explicaram detalhes sobre os produtos e ensinaram técnicas especiais para que pudéssemos compreender melhor o aroma e os ingredientes de cada café, por exemplo.

Em um livro muito organizado, nós marcávamos os sabores que estávamos descobrindo e conseguíamos identificar o que agradava mais ou menos nosso paladar.

O meu café preferido da noite tinha chocolate e caramelo. Eu consegui perceber isso pelo aroma, mas quando degustei, o sabor desses ingredientes não ressaltaram tanto e o café ficou leve, nada doce e extremamente saboroso.

No dia eu combinei pastrami com damasco e geleia, uva com queijo canastra, mixirica com copa lombo e muito mais. Achei sensacional a oportunidade de arriscar e claro, de me surpreender! Acredite se quiser, mas todas as misturas que fiz deram certo.

O interessante é que todos os produtos que eles apresentaram naquela noite especial estão à venda na loja deles e alguns ficam disponíveis no cardápio da cafeteria, que conta com algumas opções especiais de degustação.

Eles oferecem uma degustação de 3 cafés especiais (grãos diferentes, mesmo método ou mesmo grão, com métodos diferentes) por R$ 20,00, uma degustação de queijos e cafés por R$ 40,00 e uma queijos e charcutaria por R$ 45,00.

Por lá, o objetivo é valorizar os produtores locais, então os queijos são selecionados pelo Armazém São Roque e os itens de charcutaria são feitos lá mesmo, pela equipe da Charcutaria Local.

Além de tudo isso, o cardápio conta com sanduíches, tábuas de frios, salgados, bolos, omeletes e muito mais. Me chamou atenção o Sanduíche de Porchetta, que vem com carne de porco temperada e assada lentamente, com queijo canastra. Também fiquei babando no Pão de Queijo com Pastrami.

Um lugar deliciosos para descobrir o melhor da nossa gastronomia e conversar com profissionais que entendem muito do que fazem e pesquisam demais para fazer cada vez melhor. Amei!

Ah, se quiser levar um pouco do Noete para casa, eles tem grãos a granel, em pacote e também Cold Brew.

Fotos: Isabela Lapa/Coisas de Mineiro

Informações Importantes:

Endereço: Rua Santo Antônio do Monte, 294, esquina com a Rua São Domingos do Prata.

Horário de funcionamento: Seg. a Sex – 10:00 – 20:00 e aos Sábados de 10h as 15h.

Telefone: (31) 3586-4645. 

O lugar ideal para fãs de cafés, queijos e charcutaria!

O café deste mês foi um achado que encontramos no cerrado de Minas Gerais. E que nos deixou muito feliz por encontrar um café de alta qualidade com potencial de ser explorado com o foco na qualidade.

Através de um conhecido em comum, nos foram enviadas amostras da fazenda do Rogério Oliveira, que até então não tinha enviado seu café para nenhum concurso ou sequer vendido para clientes que tinham como alvo a qualidade da bebida. Logo no começo de seu trabalho, Rogério tem tomado bastante cuidado com a a lavoura de café, que apesar de recente, dava mostras de que poderia ter muita qualidade.

Além disso Rogério é primo de Gabriel Nunes, que teve no último ano o seu café premiado como o melhor do país, e as sacas vendidas a bagatela de 18mil dólares cada. Ao trocarem conhecimento sobre fermentação, Rogério resolveu testar o processo em um blend de Topázio e Catuaí 144.

E o resultado foi esse que nossos associados vão poder receber em casa. Um café de doçura extremamente elevada, com notas de frutas amarelas e uma acidez brilhante que vai dar o que falar!

Aproveitamos para fazer algumas perguntas para o produtor, sobre suas expectativas e curiosidades sobre a propriedade, que vocês vão poder ler abaixo.

 

Qual a expectativa para essa e as safras futuras?

Estamos com uma expectativa muito boa para esta safra e bem ansioso para a próxima.

Existe um aumento do foco na qualidade?

Cada dia que passa estamos com ideias diferentes no sentido qualidade. Ano que vem que nos aguarde, cafés novos virão. Acreditamos muito na forma artesanal em lidar com cafés. A RCO acredita que a qualidade está ligada à produção artesanal.

Quais ações são realizadas visando a responsabilidade ambiental e social na fazenda?

Nossas atitudes dentro da RCO agropecuária são baseadas sempre no respeito. Estamos sempre preocupados com o meio ambiente tentando proteger nascentes e plantar micro florestas. Nossos colaboradores são tratados como sócios na fazenda. Caminhamos todos juntos por aqui!

A fazenda é da familia? A quantos anos existe?

A fazenda é uma propriedade familiar. Em 2015 Rogério se mudou de Belo Horizonte par dedicar a cafeicultura onde começou com uma lavoura de 18 hectares. Hoje a RCO se dedica diariamente a produzir cafés artesanais nos 35 hectares hoje plantados. A paixão pelos cafés de qualidade vieram após trabalhar dois anos na fazenda de propriedade do tio(Nunes Coffee) onde participou da produção do café que teve a maior repercussão no mundo.

Qual a satisfação de ver o café produzido por vocês ser reconhecido pela qualidade?

Para RCO esse reconhecimento foi um prêmio. Na primeira safra da fazenda ja poder ter seu café reconhecido pela Noete nos enche de orgulho e também nos deixa muito feliz em saber que estamos na linha certa.

Esse ano tive a oportunidade de realizar uma viagem com a qual sempre sonhei. Sempre escutei falar muito sobre a cultura de nosso país vizinho Peru, e os povos antigos que viveram por lá. Escutava falar que civilizações de outros planetas, mais avançadas, passaram por lá e deixaram vários rastros, tanto na arquitetura quanto na agricultura, e que existia até uma cidade perdida no meio da floresta amazônica cuja beleza era espantosa e com enigmas ainda não desvendados. Tudo isso me deixava intrigado e com uma vontade imensa de passar uma temporada por lá. Naturalmente me pegava imaginando Harrison Ford em Indiana Jones, visitando uma cidade abandonada e procurando um tesouro que havia sido escondido a milhares de anos atrás.

Bom, o tempo passou, e alguns anos depois de me envolver na cadeia do café especial, me peguei lendo um artigo no “Daily Coffee News”, importante blog de café sobre o plantio de café orgânico, que vem sendo incentivado por programas do governo de lá desde 2013, e que vem dando resultado ano após ano com o aumento na produtividade e das exportações, em grande parte para Estados Unidos e Alemanha. Algumas particularidades chamaram muito a minha atenção, como as variedades mais populares por lá, que são a Typica e Caturra, variedades difíceis de serem encontradas por aqui, e também a altitude das propriedades, em média acima de 2500m, e que em maioria são de pequenos produtores, que geralmente cultivam outras coisas, como banana, maracujá e abacate nas fazendas.

Descobri então que a viagem que eu sonhara era muito mais do que imaginava, quase como se fosse um destino criado especialmente para mim, e a única coisa que estava faltando era justamente eu mesmo. Coincidência ou não, minha namorada recebe uma notificação no celular de um blog sobre promoção de passagens, e era exatamente a data programada para nossas férias. Pronto. Estava decidido. No impulso compramos a passagem. Agora só faltava todo o resto. E uma coisa estava muito fixa na minha cabeça, fazer a rota do café orgânico do Peru. Encontramos uma empresa chamada Responsible Tours que fazia essa rota, e logo fechamos com eles.

Após várias aventuras até chegar na fazenda, e realmente foram várias, chegamos a fazenda de Alejandro, em Huacayupana, com altitude de aproximadamente 2700m, e logo fomos explorar a propriedade. Para cultivar o café sem agrotóxicos, toda a produção deve ser sombreada, e aí já estava a primeira diferença do habitual aqui no Brasil, onde apenas agora estão surgindo algumas lavouras sombreadas, ainda sem muito estudo e conhecimento sobre os impactos disso na bebida. Iniciamos então a colheita do café junto com a esposa e filha de Alejandro, utilizando um pano amarrado nas costas onde é colocado tudo que se cata. A produção de 100% do café peruano é seletiva e ocorre durante todo o ano, devido em grande parte a altitude, similar ao que ocorre com o café colombiano, que também colhe de maneira seletiva durante todo o ano. No Brasil a colheita do café ocorre em maioria entre os meses de Maio a Setembro, tendo nos outros meses praticamente zero de colheita, com exceção de lavouras tardias em lugares como Serra da Mantiqueira, Pico da Bandeira, etc.

É notável o carinho que os produtores possuem com seus pés de cafés, e o fato de terem pessoas de outros países interessados é de imensa alegria. Estávamos juntos de uma família de Holandeses, e dormimos na própria propriedade. A receptividade foi algo marcante, e após vários cafés tomados e muita conversa, pude perceber que compartilhamos muito com nossos hermanos peruanos, tanto na parte boa que é o amor pelo grão e pela bebida de qualidade, como também na deficiência de logística e os inúmeros atravessadores que lucram muito mais do que os produtores, e acabam encarecendo toda a cadeia do café especial. Mas foi muito bacana ver que o movimento do café especial é de fato um fluxo global de mercado, e todos estão se movimentando em prol de um consumo mais responsável, com mais qualidade e mais rastreabilidade até o produtor, e quem ganha no final é sempre o consumidor. A viagem que eu sempre sonhei estava se concretizando, melhor do que eu estava imaginando, e meu destino após a fazenda de Alejandro era justamente Machu Picchu, a cidade perdida que dos Incas. E lá fomos nós para mais uma aventura, dessa vez com um excelente café que me foi presenteado pelos produtores, com muita cafeína no corpo, e muito feliz por tudo que havia presenciado. Se quiser saber mais sobre essa viagem, é só visitar nossa cafeteria aqui em BH e me procurar. Vai ser um prazer enorme compartilhar mais sobre essa viagem que me marcou tanto!

Toca o despertador, começa o dia. Corrido, como sempre, mas sem faltar tempo para o sagrado cafezinho. Para os fãs da bebida, o café da manhã é um momento prazeroso, com um preparo cuidadoso e tempo de apreciar aromas e sabores. Nada de beber qualquer marca, rapidinho, só para acordar. É assim que o publicitário Samuel Silva começa o dia. “Gosto de moer na hora, toda manhã. É meu ritual”, afirma. Para facilitar sua vida de entusiasta do café, Samuel resolveu participar de um clube de assinatura há três anos e não saiu mais.

Atualmente, os fãs contam com uma grande variedade de clubes, com o funcionamento mais ou menos parecido: o assinante recebe em casa, todo mês, um pacote diferente. Os rótulos são selecionados. Há opções de peso (250 g ou 500 g, normalmente), torra e tipo. No caso de Samuel, que aprecia a moagem na hora, ele recebe o café em grãos. Mas há opções do café já moído e, em alguns clubes, até em cápsulas. “O clube sempre escolhe bons cafés, então confio que vou ficar satisfeito com as opções”, diz. “E é uma decisão a menos que tenho de tomar no mês.”

Os clubes de assinatura vêm ganhando mais adeptos nos últimos anos em BH, crescendo juntamente com o interesse em cafés gourmet e a abertura de cafeterias especiais na cidade. Assim como os fãs de vinhos ou de cervejas, o de um bom café costuma se interessar por rótulos diferentes, terroirs variados, sabores surpreendentes. Mas com duas diferenças importantes: dificilmente encontra produtos diferenciados em supermercados – precisa ir a lojas especializadas – e, por não ser uma bebida alcoólica, consome doses diariamente e até várias vezes ao dia, ou seja, precisa comprar com frequência.

“Em supermercado é raro achar café em grão de qualidade. Eu comprava às vezes até em São Paulo, mas o frete ficava muito caro”, diz a cirurgiã-dentista Adriana Duarte, que é assinante há um ano. Desde que recebeu a indicação do clube em um curso de barista que fez no ano passado, tem aproveitado para conhecer diferentes produtores, treinar o paladar e fazer da hora do cafezinho uma verdadeira degustação. “Eu escolho as características que mais me agradam, para receber cafés ao meu gosto, e aviso quando algum específico não me agradou”, diz. A relação com o clube é bem próxima.”

Os clubes costumam dar a opção de comprar cafés avulsos, quando o cliente gosta muito de um rótulo. Em alguns, é possível também alterar o café que chega mensalmente, escolhendo receber de novo um produto de que se tenha gostado. Há aqueles que mandam o mesmo tipo para todos os assinantes e os que focam na personalização, como é o caso do mineiro UCoffee. “Temos uma ferramenta que indica cafés para os clientes. É um software de inteligência artificial que monitora o consumo, entende o gosto e traz os cafés mais próximos do gosto de cada um”, explica o fundador, Rodrigo Belisário. “Pouco a pouco, os clientes começam a entender mais a fundo e podem também fazer interferências nos pedidos.”

Com o tempo e a experiência, os clientes vão desenvolvendo um paladar mais apurado, mais gosto pelo processo e, consequentemente, vão migrando de planos, afirma Daniel Cabral, cofundador da Noete, primeiro clube de assinatura em Minas. “Quando começamos, a grande maioria pedia 250 g de café moído”, afirma. “Três anos depois, muitos dos que começaram assim já estão no plano de 500 g em grãos. Também já compraram prensa francesa, moedor, estão envolvidos com o café mesmo.” Isso aconteceu com o administrador Guilherme Teixeira, que assina há dois anos e evoluiu de justamente 250 g para 500 g, e de moído para grãos. Além da comodidade, ele valoriza a curadoria do clube, que, ao selecionar cafés de boa procedência e qualidade, pode surpreender na escolha. “Sou uma pessoa tradicional, então essa é também uma forma de experimentar novas opções”, diz. A assinatura não fez com que Guilherme parasse de passar na cafeteria vez ou outra para conhecer novidades. Afinal, não tem hora para se tomar um bom café..

 

fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/gastro/2018/08/clubes-de-cafe-ganham-cada-vez-mais-adeptos-em-bh.html

Cada café possui sua característica própria, que com o certo perfil de torra, consegue evidenciar suas notas, aromas e sabores na xícara do cliente. Trabalhamos com cafés origem única e rastreados até a fazenda, porém é importante a criação de blends, com o objetivo de adaptar o café para o gosto do cliente.

Indicamos sempre o desenvolvimento de blends próprios, e realizamos também esse acompanhamento e posterior fornecimento do blend único. Esse trabalho é importante, pois um blend bem harmonizado evidencia as características de cada grão, com o objetivo de ter sempre um café complexo e diferenciado para o cliente final. Por exemplo, cafés mais doces, em geral, acabam sendo um pouco menos ácidos, e com corpo mais leve. A harmonização com outro café que possua em sua característica corpo e acidez acaba sendo bastante interessante.

Isso leva ao desenvolvimento de blends completos, e a partir de um ajuste tanto no perfil de torra quanto nos grãos, consegue-se chegar a um padrão de café que pode ser mais replicável e mais agradável ao gosto dos clientes.

Temos também realizados vários testes de infusões a seco anteriormente ao processo de torra, e o café do mês de Abril foi um exemplo de infusão que fizemos de café e lúpulo importado, e que teve um resultado bastante satisfatório. Ele está disponível na cafeteria e em breve estará também na nossa loja online!

Objetivo:

  • Adaptar ao cliente final
  • Garantir padrão
  • Criação da identidade dos cafés