O café deste mês foi um achado que encontramos no cerrado de Minas Gerais. E que nos deixou muito feliz por encontrar um café de alta qualidade com potencial de ser explorado com o foco na qualidade.

Através de um conhecido em comum, nos foram enviadas amostras da fazenda do Rogério Oliveira, que até então não tinha enviado seu café para nenhum concurso ou sequer vendido para clientes que tinham como alvo a qualidade da bebida. Logo no começo de seu trabalho, Rogério tem tomado bastante cuidado com a a lavoura de café, que apesar de recente, dava mostras de que poderia ter muita qualidade.

Além disso Rogério é primo de Gabriel Nunes, que teve no último ano o seu café premiado como o melhor do país, e as sacas vendidas a bagatela de 18mil dólares cada. Ao trocarem conhecimento sobre fermentação, Rogério resolveu testar o processo em um blend de Topázio e Catuaí 144.

E o resultado foi esse que nossos associados vão poder receber em casa. Um café de doçura extremamente elevada, com notas de frutas amarelas e uma acidez brilhante que vai dar o que falar!

Aproveitamos para fazer algumas perguntas para o produtor, sobre suas expectativas e curiosidades sobre a propriedade, que vocês vão poder ler abaixo.

 

Qual a expectativa para essa e as safras futuras?

Estamos com uma expectativa muito boa para esta safra e bem ansioso para a próxima.

Existe um aumento do foco na qualidade?

Cada dia que passa estamos com ideias diferentes no sentido qualidade. Ano que vem que nos aguarde, cafés novos virão. Acreditamos muito na forma artesanal em lidar com cafés. A RCO acredita que a qualidade está ligada à produção artesanal.

Quais ações são realizadas visando a responsabilidade ambiental e social na fazenda?

Nossas atitudes dentro da RCO agropecuária são baseadas sempre no respeito. Estamos sempre preocupados com o meio ambiente tentando proteger nascentes e plantar micro florestas. Nossos colaboradores são tratados como sócios na fazenda. Caminhamos todos juntos por aqui!

A fazenda é da familia? A quantos anos existe?

A fazenda é uma propriedade familiar. Em 2015 Rogério se mudou de Belo Horizonte par dedicar a cafeicultura onde começou com uma lavoura de 18 hectares. Hoje a RCO se dedica diariamente a produzir cafés artesanais nos 35 hectares hoje plantados. A paixão pelos cafés de qualidade vieram após trabalhar dois anos na fazenda de propriedade do tio(Nunes Coffee) onde participou da produção do café que teve a maior repercussão no mundo.

Qual a satisfação de ver o café produzido por vocês ser reconhecido pela qualidade?

Para RCO esse reconhecimento foi um prêmio. Na primeira safra da fazenda ja poder ter seu café reconhecido pela Noete nos enche de orgulho e também nos deixa muito feliz em saber que estamos na linha certa.